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terça-feira, 30 de março de 2010

Vegetais ajudam a prevenir câncer — SAÚDE

Vegetais ajudam a prevenir câncer — SAÚDE

sábado, 27 de março de 2010

Diretrizes na Dieta,Nutrição e Prevenção do Câncer

Diretrizes na Dieta,Nutrição e Prevenção do Câncer
Daniela Mônaco - Nutricionista Oncocamp/CMC

1. Escolher o maior número de alimentos que provêm de fontes vegetais:

Comer cinco ou mais porções de frutas e vegetais todo dia;
Comer outros alimentos de fonte vegetal, como pães, cereais, grãos, arroz, massas, ou feijões todo dia.

2. Limitar a ingestão de alimentos muito gordurosos, particularmente de fontes animais:
Escolher alimentos com baixa gordura;
Limitar o consumo de carnes, especialmente carnes gordas.

3. Ser fisicamente ativo - alcançar e manter um peso saudável:
Ser moderamente ativo por no mínimo 30 minutos ou mais dias na semana.
Ficar com peso na faixa ideal.

4. Limitar o consumo de bebida alcoólica, se você bebe.

Diretrizes Gerais para Segurança Alimentar

Lavar as mãos sempre antes de comer;
Manter em todos os aspectos os alimentos limpos na preparação, incluindo lavar as mãos antes de prepará-los, e lavar as frutas e vegetais sempre;
Ter cuidado especial na manipulação de carnes, peixes, aves, e ovos; e sempre higienizar os utensílios, tábuas para cortes, e esponjas que entram em contato com a carne; manter as carnes separadas;
Cozinhar em temperatura próprias; carnes, aves e frutos do mar dever sem cozidos e bebidas (leite e sucos) devem ser pasteurizados;
Comidas preparadas com temperaturas baixas minimiza o desenvolvimento de bactérias;
Quando comer em restaurantes, evitar alimentos que podem ser de fácil contaminação, como saladas, sushis, carnes mal passadas, peixes, aves, e ovos.

DIETA E CÂNCER - ABC da Saúde

DIETA E CÂNCER - ABC da Saúde

quinta-feira, 25 de março de 2010

Atriz americana faz dieta anticâncer

sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Atriz americana faz dieta anticâncer
Depois de ser diagnosticada com hemangioendotelioma epitelóide, um tipo de câncer vascular muito raro, que atacou seu fígado e pulmões, a atriz americana Kris Carr optou por terapias alternativas para sobreviver à doença. Hoje o seu quadro é estável e ela garante ter muito mais energia do que antigamente

O médico recomendou que a atriz levasse a vida normalmente e se concentrasse em fortalecer seu sistema imunológico. E ela levou isso a sério. Passou de praticante leiga do vegetarianismo a especialista sobre o poder dos alimentos e escreveu um livro contando sua experiência. Hoje ela garante que sua imunidade está muito mais forte que na época do diagnóstico. Veja a seguir um resumo do que ela fala no livro.


AS DICAS DE KRIS

1. Estreite seus laços com a natureza e a horta.

2. Malhe o corpinho (quem pratica exercícios consegue se curar oito vezes mais rápido do que quem tem uma rotina sedentária).

3. Escolha os alimentos alcalinos corretos – prefira os que contêm oxigênio e enzimas.

4. Beba água.

5. Faça uma lavagem de cólon a cada 12 meses (somente um cólon limpo e saudável é capaz de absorver os nutrientes dos alimentos e eliminar resíduos e toxinas).

6. Controle o estresse e abuse do prazer.

7. Durma. Durma. Durma.

Alimentos crus

Kris é adepta da raw food (cozinha crua) porque, aos 50ºC, as enzimas (e vitaminas) dos alimentos são desnaturadas, ou seja, não servirão mais como tal – e o organismo precisará reconstruí-las, gastando uma energia danada para isso.

Os alimentos cozidos representam uma enorme pressão ao organismo: assim como o açúcar refinado, carboidratos, conservantes e produtos químicos, eles aumentam o número de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue, como se o corpo estivesse sendo atacado por um organismo estranho. "Eu quero que meu organismo se concentre em abater células cancerígenas, e não salgadinhos industrializados e balas cheias de corante!"


Dieta alcalina

A dieta americana padrão, rica em carnes, pães, laticínios, alimentos cozidos e processados, cafeína e álcool, produz acidez no organismo, que pode causar uma série de problemas à saúde. Kris explica: o sangue tem pH próximo a 7 (neutro). O pH baixo, ácido, sufoca o organismo, tirando sua reserva de oxigênio. Uma alimentação alcalina, por outro lado, inunda o corpo de oxigênio, mantendo-o saudável e cheio de disposição. Segundo Kris, quem come carne tem mais probabilidade de ter câncer – o que é reconhecido pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos.


Preparar e comer

1. Prepare suas refeições como num ritual de amor próprio.

2. Tente não ingerir líquidos durante as refeições – eles diluem o suco gástrico.

3. Não misture proteína com amido na mesma refeição. Essa combinação leva mais tempo para ser digerida no estômago. Além disso, não misture frutas com outros alimentos, principalmente melão.

4. Dê preferência aos grãos integrais e lembre-se: tudo o que é branco é processado.

5. Há raladores especiais para que vegetais, como abóbora e abobrinha, fiquem no formato de macarrão. O bom é que eles podem ser comidos crus.


Faxina na despensa

1. Tudo o que é branco e processado: rua!

2. Leia os rótulos. Caso haja algum ingrediente cujo nome você é incapaz de pronunciar, seu corpo será incapaz de digeri-lo.

3. Se a data de validade for superior à expectativa de vida de um ser humano, com certeza se trata de um produto que vai diminuir a sua data de validade.

4. Diga adeus aos óleos hidrogenados, às gorduras animais cozidas, aos corantes artificiais, flavorizantes, lixos light e refrigerantes.

5. Enquanto estiver na luta contra o câncer, evite qualquer tipo de açúcar refinado e reduza o consumo de frutas. Muitos médicos alternativos acreditam que o açúcar não apenas debilita o sistema imunológico, como também alimenta as células cancerígenas, porque aumenta a glicemia, aumentando o nível de insulina – hormônio que ajuda na divisão celular, seja de células cancerígenas ou normais. Ou seja, quanto mais açúcar, mais insulina e, portanto, mais chance das células cancerosas se multiplicarem.


Lista de compras

Grãos e massas – milhete, quinua, trigo-sarraceno, macarrão do tipo soba, grãos ou macarrão kamut.

Nozes e sementes cruas – as assadas são rançosas. Amêndoas, nozes pecan ou comuns, macadâmia, avelãs, pinhão, sementes de abóbora, girassol e linhaça, gergelim, manteiga crua de amêndoas, tahini (pasta feita de gergelim).

Algas – nori, dulse, arame, hijiki.

Vegetais – todos! Eles duram mais se conservados em saquinhos.

Frutas – as com baixo teor de açúcar, como o mirtilo, são melhores que as com muito açúcar, como banana. Coma com moderação.

Pães – os germinados são melhores, pois facilitam a digestão e têm mais nutrientes. Tortilhas são ótimas para fazer wraps. Para comer cereais, misture leite de amêndoas, arroz ou aveia.

Adoçante – estévia é uma erva poderosa que não contém açúcar, vendida em sachês. Você também pode usar agave, mas é bem doce.

Óleos para temperar salada – óleo de linhaça e azeite de oliva prensado a frio. Azeites embalados em vidro escuro costumam ser de melhor qualidade.

Temperos – misture ervas frescas e orgânicas.
Lanches e comidas rápidas – bolinhos de espelta (ou trigo rústico) ou de açúcar mascavo, húmus, azeitonas, produtos à base de soja, pipoca de panela e barrinhas de cereal orgânicas.

Acessórios – espremedor, processador, secador de salada, liquidificador e uma faca bem afiada! Rótulos – não se esqueça de ler os rótulos! Fique atento a ingredientes ácidos, como levedura, ácido cítrico, vinagre, amendoim e xarope de milho.


Resumo

Coma apenas produtos de origem vegetal e orgânicos (que não têm agrotóxicos – "se eles são capazes de matar um inseto, imaginem o que fazem nas suas entranhas").

Ingira alimentos integrais e verdes ricos em clorofila.

Beba montes de água fresca e filtrada.

Coma alimentos de origem vegetal com ácidos graxos ômega-3, como a linhaça.

Consuma uma quantidade moderada, porém adequada, de calorias e pouco açúcar (oriundo de fontes integrais).

Pelo menos 80% da sua alimentação deve ser composta de comida crua.

Faça exercícios diariamente.

Tome um suplemento de enzimas e nutrientes vindos de superalimentos, como espirulina e clorela.

Além de tudo isso, tome vitamina B12, o único nutriente que não pode ser encontrado em uma dieta vegetariana radical.


Fonte de pesquisa:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT14049-15254-14049-3934,00.html

Clique aqui para ler uma entrevista com Kris sobre o assunto:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI14043-15254,00-O+CANCER+TE+ENSINA+A+VIVER.html

quarta-feira, 24 de março de 2010

Ômega 3 diminui risco de câncer de intestino

Ômega 3 diminui risco de câncer de intestino
Da France Presse

A forma pura do omega 3, a chamada "gordura boa" encontrada em certos tipos de peixe e óleos de nozes, reduz perigosos pólipos em pessoas propensas a câncer de intestino, informou um estudo publicado nesta quinta-feira.

Cinquenta pacientes foram envolvidos na pesquisa, todos com mutações genéticas que incentivavam o desenvolvimento de pólipos - que crescem no intestino e podem se desenvolver para tumores, tornando necessárias remoções de grandes partes do intestino.

Na pesquisa, 28 pacientes foram aleatoriamente incluídos em um grupo que recebeu uma dose diária de dois gramas de uma nova e altamente pura forma de ômega 3, enquanto o outro grupo, de 27 pessoas, recebeu um placebo.

Após 6 meses, o número de pólipos aumentou em cerca de 10% dos pacientes que tomaram o placebo, mas caiu 12% nos que ingeriam as cápsulas de ômega 3, totalizando uma diferença de mais de 22%.

Além disso, o tamanho dos pólipos aumentou em 17% no grupo placebo, enquanto diminuiu em 12,5% no grupo ômega 3, uma diferença de quase 30%.

Os resultados são similares aos produzidos por uma droga chamada celecoxib, comercializada com o nome de Celebrex, utilizada para inibir pólipos em pacientes geneticamente vulneráveis.

Entretanto, celecoxib produziu efeitos colaterais cardiovasculares em pacientes mais idosos. Já as cápsulas de ômega 3 - também chamado de eicosapentaeonic acid, ou EPA - foram "muito bem toleradas", disseram os médicos.

A pesquisa foi publicada no site da Gut, a revista da Associação Médica Britânica (BMA).

domingo, 21 de março de 2010

Estudo mostra relação entre vegetarianismo e câncer

Estudo mostra relação entre vegetarianismo e câncer


terça-feira, 14 de julho de 2009 às 11:38h
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Os efeitos da dieta no risco de câncer podem ocorrer pelos altos níveis de vitaminas antioxidantes

Um estudo publicado em junho no British Journal of Câncer indica que os vegetarianos têm menos chances de desenvolverem câncer. Segundo os especialistas da Cancer Research UK, no Reino Unido, a opção pelos vegetais, abandonando o consumo de carnes vermelhas, diminui em 12% os riscos de desenvolver câncer de qualquer tipo, podendo reduzir em até 45% as chances de alguns tipos específicos da doença.

Foram analisadas 61 mil pessoas – 32,4 mil comedores de carne; 8,5 mil que não comiam carne, mas ingeriam peixes; e 20,6 mil vegetarianos – monitoradas por até 12 anos, que registrou 3.350 casos de câncer. Entre esses, 2.204 casos ocorreram entre aquelas que comiam carnes vermelhas, 317 naqueles que consumiam peixe no lugar da carne, e 829 foram registrados nos completamente vegetarianos.

Os efeitos protetores do vegetarianismo e do consumo de peixe no lugar da carne vermelha eram maiores para cânceres do sangue, como leucemia, mieloma e linfoma, assim afirmaram os autores do estudo.

Além disso, eles acreditam que estes efeitos da dieta no risco de câncer podem ocorrer em razão dos altos níveis de vitaminas antioxidantes encontradas em frutas, verduras, legumes, grãos e sementes, que podem ter propriedades anticancerígenas. Os vegetarianos evitariam ainda a exposição a conservantes, como nitritos, comumente utilizados em produtos de origem animal, e associados ao risco de câncer.

Apesar destes resultados, é importante ressaltar que alguns estudos mostram que os completamente vegetarianos podem ter ossos mais fracos do que aqueles que comem produtos de origem animal, aumentando suas chances de osteoporose e fraturas mais tarde. Sendo assim, mais estudos são necessários para indicar riscos e benefícios nessa dieta.



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