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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Link interessante com muitas informações

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/cancer/contexto03.html

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Medicina Chinesa

De uma olhada tem coisa interessante neste link
http://www.medicinachinesa.net/

Meu Câncer e meu vizinho

"Meu câncer é meu vizinho"

veja trecho do livro
http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/anticancer.html



"Quando meu pai (Jean-Jacques Servan-Schreiber, acima) foi diagnosticado com Alzheimer, ele se tornou, por incrível que pareça, uma pessoa mais suave e tranqüila"

O psiquiatra francês David Servan-Schreiber, professor da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, ficou conhecido mundialmente em 2004, ao lançar o best-seller Curar. Aos 47 anos, ele decidiu falar publicamente do câncer no cérebro que teve aos 31. Foi durante uma experiência neurológica, em que se ofereceu como cobaia, que David descobriu, por acaso, que era portador de um tumor do tamanho de uma noz. Submetido a uma cirurgia e a sessões de quimioterapia, o médico venceu a doença, mas não abandonou os maus hábitos – continuou a comer mal, a não se exercitar e a se deixar levar pelo stress. Com a recidiva do câncer, ele mudou radicalmente a forma de encarar e combater a doença. Essa virada é o tema de seu livro Anticâncer – Prevenir e Vencer Usando Nossas Defesas Naturais (Editora Fontanar). David é o primeiro dos quatro filhos de Jean-Jacques Servan-Schreiber, jornalista, ensaísta e político francês. Fundador da revista L’Express, em 1953, que tinha entre seus colaboradores os escritores Albert Camus e Jean-Paul Sartre, Servan-Schreiber, morto em 2006 de complicações advindas da doença de Alzheimer, era um homem brilhante, bonito e charmoso – tanto que era chamado de "Kennedy francês". No livro, David conta que uma de suas maiores aflições foi dar a notícia da própria doença ao pai: "Escutando a voz dele, meu coração se apertou. Tinha o sentimento de que ia apunhalá-lo... Ele nunca se negara a entrar em nenhum combate, mesmo nas circunstâncias mais difíceis. Mas, nesse caso, não haveria combate. Nenhuma ação militar. Nenhum artigo incisivo a escrever". De Paris, ele deu a seguinte entrevista à repórter Anna Paula Buchalla:
A DESCOBERTA DO CÂNCER – Diagnosticado com a doença pela primeira vez há dezesseis anos, fui tratado pelos métodos convencionais. Nove anos depois, no entanto, tive uma recaída. Decidi, então, pesquisar tudo o que era possível fazer naturalmente, sem recorrer a remédios, para ajudar meu corpo a se defender do câncer. Municiei-me de todo tipo de informação sobre a doença. Hoje, acho que todos os pacientes deveriam fazer o mesmo. Esse é, sem dúvida, o melhor caminho para que médicos e pacientes se tornem parceiros na condução de um tratamento. Infelizmente, ainda não me sinto curado. Em geral, meu tipo de câncer não desaparece. Mas, se eu mantiver o "terreno" saudável, eu e minhas células cancerosas continuaremos a conviver como bons vizinhos por um tempo – talvez um longo tempo.
A EXPERIÊNCIA COMO PACIENTE – Foi difícil aceitar que eu era simplesmente um paciente. Eu me agarrava como podia ao status de médico e ia às consultas de jaleco e crachá. Mas consegui perceber exatamente como se sente um doente. Muitas vezes tinha a sensação de que ninguém se interessava por quem eu era, como se todos só quisessem saber o resultado da minha última tomografia. Eu sempre me considerei o tipo de médico gentil e atencioso com meus pacientes, mas a doença me fez ver que meu comportamento estava muito longe do ideal. Depois disso, mudei radicalmente o modo de praticar a medicina.
O ENFRENTAMENTO DA MORTE – Se há algo de bom em ficar cara a cara com a morte é que se compreende quanto a vida é preciosa. Esse enfrentamento mostra que não se deve desperdiçar a chance de contribuir de alguma forma para a existência dos outros – é isso que fica depois que você vai embora. Apesar de conviver permanentemente com a ameaça de o tumor voltar, eu consigo levar uma vida normal. Na verdade, sinto-me muito mais saudável fisicamente e mais "normal" emocionalmente do que antes de saber que tinha câncer. O que eu fiz para mudar a minha vida me tornou uma pessoa mais equilibrada em todos os sentidos.
O PESO DO ESTILO DE VIDA – Durante muito tempo, acreditou-se que o câncer era, sobretudo, uma questão de genética – e um mal inevitável para quem está propenso a ele. O crescimento no número de casos da doença mostra que a influência dos fatores externos, como os hábitos de vida e o ambiente, é mais impactante na manifestação do câncer do que os genes. A genética é responsável por apenas 10% a 15% dos casos. Defendo a teoria de que todos temos um câncer dormindo dentro de nós. É nosso estilo de vida que vai ou não determinar seu desenvolvimento – seja nutrindo as células cancerosas, seja alimentando os mecanismos de defesa do organismo que impedem a formação de um tumor. O diagnóstico de câncer, porém, não deve jamais criar um sentimento de culpa no paciente. Eu não me sinto culpado nem por um segundo por ter desenvolvido câncer. Eu não fazia a menor idéia de que estava exposto a tantos fatores pró-câncer na minha vida. E talvez eu nunca saiba quais deles foram os mais críticos. Mas conhecer os mecanismos biológicos anticâncer no meu organismo me dá força para enfrentar a doença.
A IMPORTÂNCIA DA DIETA – A alimentação é um elemento-chave na luta contra o câncer – o mais essencial deles, na minha opinião. Pode-se atribuir à dieta a razão principal para a expansão da doença. Nos últimos cinqüenta anos, houve três mudanças muito significativas em nossa alimentação: o aumento do consumo de açúcar refinado, a utilização de produtos químicos na fabricação dos alimentos, como corantes e conservantes, e a mudança do padrão alimentar de animais como vacas e frangos. O consumo de açúcar refinado, que em 1830 era de 5 quilos por pessoa, no ano 2000 chegou a inacreditáveis 70 quilos per capita. Atualmente, os ovos têm vinte vezes mais ômega-6 do que nos anos 70. Em excesso, esse tipo de gordura, usado na ração das aves, facilita o acúmulo exagerado de células adiposas.
AS FERIDAS PSÍQUICAS – Nós estamos apenas começando a entender como os fatores psicológicos influenciam o surgimento de um câncer. Muitos pacientes com quem conversei se lembram de um stress emocional muito forte nos meses ou anos que precederam o diagnóstico de câncer. Certos acontecimentos são tão dolorosos que destroem a imagem que fazemos de nós mesmos ou minam a confiança que tínhamos em alguém. É o caso de alguns rompimentos amorosos. Algumas feridas psíquicas não cicatrizam sozinhas. É preciso encontrar formas de lidar com elas, pois essas feridas repercutem em todo o organismo.
MEDICINA TRADICIONAL X MÉTODOS ALTERNATIVOS – Eu diria que o tratamento convencional salvou a minha vida, mas não me ajudou a prevenir a recorrência do câncer. A relação entre estilo de vida e câncer é tão estreita e evidente quanto a associação entre os hábitos cotidianos e as doenças cardiovasculares. O que me surpreendeu ao constatar isso foi o fato de que ninguém nunca havia me falado sobre tais evidências – nem meus professores na faculdade de medicina nem meus próprios oncologistas. Opções de vida mais saudáveis, como meditação e alimentação equilibrada, foram e são cruciais para o fortalecimento de meu organismo contra a doença. Em minha opinião, tanto os recursos da medicina convencional como os métodos alternativos são indispensáveis e complementares.
O PAI – Quando eu e meus irmãos éramos pequenos, meu pai fazia questão de jantar com os filhos. Por causa de sua vida pública, havia quase sempre convidados em casa e ele insistia para que nós, as crianças, nos sentássemos à mesa. Éramos estimulados a fazer perguntas e participar das discussões. Tenho certeza de que isso me ajudou quando chegou a minha hora de questionar as posições da medicina tradicional. Quando meu pai foi diagnosticado com Alzheimer, ele se tornou, por incrível que pareça, uma pessoa mais suave e tranqüila. Era terrível vê-lo roubado de suas capacidades intelectuais, mas havia também algo de belo quando ele, com um sorriso, dizia: "Finalmente, eu posso simplesmente ser quem eu sou".

fonte. veja on line

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Vacina Anti-câncer

Vacina anti-câncer - REPASSEM A TODOS!


Boas notícias são para partilhar!

Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por
cientistas médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de
câncer, que mostrou-se eficaz, tanto no estágio inicial como em fase
mais avançada.

A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do
tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o
médico oncologista do paciente

Nome do médico que desenvolveu a vacina:
José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório:0800-7737327
(falar com Dra. Ana Carolina ou
Dra. Karyn, para maiores detalhes)
www.vacinacontraocancer.com.br

Isto sim é algo que precisa ser repassado.
Alguém pode estar precisando!!!
Por favor, divulguem esta vitória da medicina genética brasileira!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Comida Anticâncer

Comida anticâncer
Confirmadíssimo: os vegetais afastam a ameaça de vários tumores. Sem contar que, ao incrementar as porções de frutas e hortaliças no prato, sobra literalmente menos espaço para a gordura — e ela tem tudo a ver com o surgimento da doença

por CIDA DE OLIVEIRA

Não tire conclusões precipitadas: os alimentos destas páginas não são milagrosos. Mas a ciência da nutrição, que investiga sua ação anticancerígena, constata que eles de fato têm efeito preventivo. "Vários levantamentos estatísticos apontam, e não é de hoje, que nas pessoas habituadas a devorar vegetais os casos de câncer são mais raros", garante o gastrenterologista Dan Linetzky Waitzberg, professor da Universidade de São Paulo. Mas, na hora do ver para crer, isso só era observado em tubos de ensaio, nos chamados testes in vitro. Só agora é que os pesquisadores passaram a enxergar o mecanismo antitumor de vários nutrientes dentro de organismos vivos — no caso, cobaias. É um belo avanço.
Na Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, por exemplo, concluiu-se que o sulforafane, presente na família dos crucíferos — couves, brócolis, repolhos —, é capaz de brecar o avanço do câncer colorretal em animais de laboratório. Já em Taiwan, cientistas da Universidade Nacional Chung Hsing testaram o licopeno em animais, nos quais provocaram de propósito um câncer de fígado igual ao que acomete os seres humanos. O resultado? O pigmento que dá o tom vermelho ao tomate e a frutas como a goiaba simplesmente barrou a temida metástase, ou seja, impediu que as células malignas se espalhassem pelo corpo.
A essa altura, você deve estar se perguntando: por que certos nutrientes funcionam contra um tipo específico de tumor mas são praticamente inertes contra outros? Nem os cientistas têm respostas prontas, embora arrisquem algumas hipóteses. Uma delas é a facilidade de alguns tecidos para acumular determinadas substâncias, criando verdadeiras reservas. É o caso do licopeno, o tal pigmento vermelho dos vegetais. Os pesquisadores notam que ele tem uma afinidade especial com os tecidos da próstata e das mamas, ficando concentrado bem ali, enquanto passa depressa por outras partes do corpo — talvez sem o tempo necessário para agir. O resveratrol da uva e do vinho, por sua vez, tende a ficar no plasma do sangue e nos tecidos do sistema urinário. Já compostos fenólicos, como o allium, que está na cebola, no alho e na cebolinha, fariam escala no estômago e no intestino, atuando em diferentes etapas do processo que leva ao câncer nesses órgãos. No entanto, não movem uma palha contra tumores em outras regiões.
Pode parecer confuso — e é. Não tente decorar quanto deve comer disso ou daquilo, como se a travessa à mesa fosse um vidro de remédio. O grande mérito de tantas pesquisas é ensinar — aos médicos, inclusive — que um cardápio adequado (leia-se bem colorido também) pode prevenir 30% dos casos de câncer, incluídos aí tumores de boca, laringe, faringe, estômago e intestino, muito freqüentes na população brasileira. Já é um feito e tanto se a gente pensar que, não faz muito tempo assim, ninguém achava que havia um caminho seguro para prevenir essa doença — muito menos desconfiava que ele estaria no prato. "Hoje se tem clareza da importância de comer frutas, verduras e legumes, evitando-se ao mesmo tempo as porções de carnes vermelhas, sal, açúcares e embutidos", resume Dan Linetzky Waitzberg. Segundo Sueli Couto, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer, o Inca, sediado no Rio de Janeiro, a questão não é quantidade de vegetais, mas regularidade. "Tem de comer sempre", declara. "No mínimo, cinco porções diárias, preferindo sempre grãos integrais aos refinados."
Do mesmo modo que sobram evidências de que vitaminas, minerais, fibras e outras substâncias presentes em frutas e hortaliças podem barrar o avanço de tantos tipos de tumor, há provas suficientes para incriminar o álcool, os embutidos e as gorduras, especialmente as das carnes vermelhas.

Além de repletas de substâncias protetoras, as saladas tornam a refeição mais light. E, embora não haja consenso em torno do assunto, a gordura corporal vem sendo examinada com desconfiança. O peso extra, dizem cientistas — como os que observaram isso em ratos, na Universidade do Texas, nos Estados Unidos — contribui para reações inflamatórias dentro do organismo. Até há pouco tempo, essas reações só eram associadas a doenças cardiovasculares. "Hoje se sabe que elas podem aumentar em 30% as chances de um câncer aparecer", afirma Alfredo Halpern. Portanto, a melhor dieta anticâncer é aquela leve, bem leve.
Vai um suplemento aí?

Diga não se você adota uma dieta balanceada. A menos, claro, que um médico ou um nutricionista recomende, avaliando bem os seus hábitos à mesa. Sem esse olhar, você corre o risco de engolir, em cápsulas, altas doses de um nutriente em detrimento de outros. E isso, por sua vez, pode acabar com o balanceamento das substâncias protetoras no organismo. Ou seja, você fi ca sem escudo contra o câncer.

SINAL VERDE
Ele se acende principalmente para alimentos cheios de fibras e substâncias antioxidantes

CÂNCER DE PRÓSTATA
A abóbora, lado a lado com a cenoura, é famosa pela concentração de betacaroteno. Afi rmar que essa substância protege contra os tão (mal)falados radicais livres não é chover no molhado. Ela ajuda mesmo a restaurar o DNA de células danifi cadas por agentes químicos, físicos ou biológicos. Quando o dano no material genético de nossas células acontece, abre-se o caminho para a reprodução desenfreada de exemplares defeituosos — eis o câncer. É possível que o betacaroteno aja positivamente contra muitos tipos de tumor, mas um trabalho recente da respeitadíssima Universidade de São Paulo avalizou suas benesses especifi camente para a glândula masculina. Outros estudos apontam que o tomate, o feijão, a lentilha, a ervilha, as uvas vermelhas, as amoras e a soja também reforçam as defesas dos homens contra esse câncer — mas, aí, tudo o que a ciência conhece é a relação entre o hábito de comê-los e o aparecimento mais raro dessa doença, sem entender direito qual seria a relação direta.

CÂNCER COLORRETAL
Cientistas da Universidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos, provaram que é possível reduzir um câncer colorretal já existente consumindo verduras crucíferas, como a couve-manteiga e sua prima couve-fl or. Fazem ainda parte da família o repolho e os brócolis. Os pesquisadores viram essa redução com os próprios olhos — ao menos em ratos. E atribuem o efeito a um componente desses vegetais chamado sulforafane. "Outra pesquisa com 520 mil europeus apontou uma queda de 40% no risco dessa doença entre aqueles que não deixavam faltar no prato, uma vez ao dia, pelo menos uma dessas crucíferas", relata Benedito Mauro Rossi, oncologista do Hospital do Câncer, em São Paulo. O efeito do sulforafane, aliás, parece potencializado à medida que aumentam os teores de fi bras no cardápio, quando comemos outras folhas, como rúcula ou espinafre, e desfrutamos, por exemplo, de uma laranja como sobremesa.

CÂNCER DE MAMA
As fibras, abundantes na melancia, por exemplo, são poderosas contra esse tipo de tumor. Uma das explicações é que elas passam mais lentamente pelo aparelho digestório, o que aumenta a saciedade e, por tabela, diminui a vontade de cair de boca em açúcares e gorduras. O risco de quilos a mais, assim, despenca. "O excesso de peso tem ligação estreita com o aparecimento da doença nas glândulas mamárias, sobretudo em mulheres que já passaram pela menopausa", afi rma o endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Entre outros motivos porque, quando há muita gordura, o corpo tem matéria-prima à vontade para fabricar hormônios que alimentam o tumor. Bem, se as frutas da dieta têm muitas fi bras e ainda por cima são vermelhas — como a melancia do nosso exemplo —, tanto melhor. O consumo regular de licopeno, o pigmento vegetal dessa cor, anda cada vez mais associado à baixa incidência desse câncer.

Também são fortes os sinais de que os polifenóis estão ligados à proteção das mamas. Daí a recomendação dos cientistas de que as mulheres consumam toda semana suas fontes — uvas vermelhas, amora, morango, cereja, vinho tinto... Quanto às isofl avonas, célebres componentes da soja, elas também atuam pra valer contra esse tumor. Na última década, diversos estudos, feitos sobretudo com populações orientais, confi rmaram o elo entre o alto consumo do grão e a baixa incidência de câncer de mama e — atenção — de próstata também!

SINAL VERMELHO
Pode parar! Álcool, sal, carne vermelha e embutidos estão fortemente relacionados a vários tipos de tumor

BEBIDA ALCOÓLICA
Diversos estudos associam álcool ao câncer de boca, esôfago, fígado, reto e, muito possivelmente, ao de mama também. As evidências tornaram-se mais fortes dos anos 1990 para cá. O Instituto Nacional para a Pesquisa do Câncer, nos Estados Unidos, recomenda que os homens ingiram, no máximo, dois drinques por dia. Já as mulheres, apenas um. Os cientistas ainda estão pesquisando como o álcool causa a doença. No caso do aparelho digestivo, fi ca mais claro: a agressão é por meio do contato direto com as mucosas. De um jeito ou de outro, o excesso de bebida alcoólica danifi ca o DNA, aumentando as chances de surgirem células malignas.

SAL EM EXCESSO
Ele já carrega má fama porque faz o organismo reter mais água do que deveria, contribuindo, assim, para o aumento da pressão arterial. "Só que, ainda por cima, irrita a mucosa do aparelho digestivo de tal maneira que provoca lesões capazes de evoluir para um câncer", avisa Sueli Couto. Segundo ela, só afastar o saleiro da mesa não basta. Lembre-se de que a maior concentração do sal está nos alimentos industrializados. Então, evite ao máximo molhos, condimentos, macarrões instantâneos e comida pronta em geral. Prefi ra, de longe, as preparações caseiras.

FUJA DOS EMBUTIDOS
Salsicha, salame, presunto e mortadela — outras armadilhas armadas no prato — são, de longe, os maiores vilões. Não bastasse serem produzidos com carnes vermelhas geralmente muito gordas, ainda levam na fórmula aditivos químicos chamados nitratos, que, no estômago, podem se transformar em nitritos. Estes, por sua vez, se convertem em nitrosaminas, verdadeiros agentes cancerígenos, perigosos sobretudo para o estômago e o esôfago. E atenção: até as carnes brancas se transformam em um veneno letal quando transformadas em embutido. "Como recebem os tais nitritos e são defumadas, também se tornam nocivas", alerta Benedito Mauro Rossi, oncologista do Hospital do Câncer, em São Paulo.

LIMITE AS CARNES VERMELHAS
E não estamos falando apenas da suculenta picanha da foto. Carne de porco e de cordeiro, assim como as processadas, como hambúrguer, rosbife e bacon, também devem ser evitadas. O problema é a gordura saturada — que por si só já é um ingrediente cancerígeno — e substâncias que lhe dão cor, como o ferro-heme, ou ferro orgânico, aquele mesmo que combate a anemia. Pesquisas americanas associam sua ingestão excessiva ao aparecimento do câncer colorretal. Quando a carne é esturricada na grelha ou na frigideira, o perigo aumenta. Há uma reação química nesse processo que libera outras substâncias cancerígenas — bem naquela casquinha escura e crocante.


Fonte: http://saude.abril.uol.com.br/edicoes/0298/nutricao/conteudo_278760.shtml- 04/06/08

Veja as informações deste livro

ANTI-CÂNCER - PREVENIR E VENCER USANDO NOSSAS DEFESAS NATURAIS
Dr. David Servan-Schreiber

Aos 31 anos de idade, o Dr. David Servan-Schreiber, um brilhante psiquiatra e pesquisador na área da neurociência, teve o diagnóstico de um tumor no cérebro. Depois de vencer um segundo câncer, através da cirurgia e quimioterapia, perguntou ao seu oncologista quais as precauções de deveria tomar para evitar uma recaída: "não há nada em especial a fazer, siga sua vida normalmente".

A partir daí, fez um extensivo levantamento de estudos científicos e terapias alternativas que resultou num livro com uma proposta prática de prevenção e terapias complementares aos tratamentos convencionais contra o câncer.

A seguir, passamos a listar os pequenos e grandes transformadores de vida, para aumentar as defesas naturais do nosso organismo, proposta pelo Dr. David Servan-Schreiber, através de seu livro: "Anticâncer - Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais":

Proteger-se
Evitar os produtos químicos industriais quando for fácil:
Arejar as roupas depois da lavagem a seco.
Evitar os pesticidas e inseticidas.
Evitar os produtos de limpeza químicos.
Evitar alumínio em contato com a pele.
Evitar os parabenos e os ftalatos nos cosméticos.
Evitar os cremes que contém estrógenos ou hormônios placentários.
Comer
Comer comida orgânica ou Bleu-blanc-coeur*:
Carne, ovos, manteiga, leite, iogurte (preferencialmente orgânicos, mas menos importante para legumes, frutas e cereais).
Reequilibrar a alimentação:
Reduzir o açúcar, as farinhas brancas, as fontes de ômega-6: óleo de girassol, de milho, de soja, de cártamo, margarinas, gorduras hidrogenadas, gorduras animais não orgânicas ou Bleu-blanc-coeur* (carne, ovos, laticínios).
Aumentar as fontes de ômega-3: peixes e crustáceos, produtos animais orgânicos ou Bleu-blanc-coeur*.
Aumentar os alimentos anticâncer: cúrcuma, chá verde, soja, frutas, legumes.
Filtrar a água da torneira:
Com um filtro a carvão ou de osmose invertida ou utilizar água mineral ou de fonte.
Mexer-se
Fazer de 20 a 30 minutos de atividade física diariamente.
Tomar sol 20 minutos por dia quando for possível: produz vitamina D.
Meditar
Praticar um método de autocentragem e tranqüilidade:
Ioga, coerência cardíaca, meditação em plena consciência, qigong, tai chi, etc.
Libertar-se do sentimento de impotência
Resolver os traumas passados.
Aprender a acolher as próprias emoções: inclusive o medo, a tristeza, o desespero, a raiva.
Aprender a deixar as emoções se dissiparem sem se prender a elas.
Encontrar uma pessoa com quem possa compartilhar as emoções.
Extraído do livro: Anticâncer - Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, David Servan-Schreiber, Editora Objetiva
* Bleu-Blanc-coeur é uma associação francesa criada em 2000 e que agrupa agricultores e também membros da cadeia agroalimentar da linhaça. Segundo ele, os ômega-3 contidos na linhaça da ração dos animais encontram-se nos tecidos do gado e outros animais e são assimilados pelo corpo humano. Os produtos derivados de animais alimentados com linhaça levam um selo da associação e podem ser carnes, laticínios, pães, biscoitos, ovos, etc.

www.mamainfo.org.br

Apresentação do Blog

A idéia deste blog é ajudar as pessoas a terem informações sobre o câncer e alimentos que podem ajudar e evitar esta doença que graças a evolução das pesquisas médicas tem mostrado índices de curas altíssimos. Porém a informação é uma ferramenta poderosa e nesta área a alimentação participa com uma porcentagem alta nos processos de prevenção e de cura. Como Engenheiro agrônomo e professor universitário iniciei pesquisas em alimentação para prevenção e as vezes auxílio na cura do câncer principalmente como terapia auxiliar para pessoas que estão sob tratamento. Outro ponto são os alimentos anticâncer que serão apresentados em discussões neste blog.


traga suas idéias, duvidas e anseios mas sobretudo tenha o acompanhamento de um bom médico e não descarte terapias alimentares, meditação e exercícios físicos.